Manifesto



Mínimo é um laboratório de idéias.

Estamos interessados em experimentar com projetos digitais que buscam melhorar a realidade.

Estamos interessados em marketing mas não na febre irrefletida do consumo [1][2], na difussão de boas ideias e não a interrupção...
                                  constante de nossas vidas por produtos supérfluos [3], na tecnologia e não nos produtos tecnológicos que abusam dos nossos instintos para rentabilizar a nossa ¡atenção!; estamos interessados em negócios como uma maneira de financiar boas ideias, e não com a finalidade de financiar vaidades. A arte que nos desafia [4], inspira e liberta.
Nós somos otimistas. Acreditamos que o pessimismo é a desculpa de algumas pessoas inteligentes para não fazer nada, para subestimar os outros ou a si mesmos e assim assegurar sua posição diante do mundo.

Nós queremos fazer coisas. Queremos espalhar aqueles que fazem coisas. Mas nós não somos ingênuos, o mundo é incerto, imperfeito e muitas vezes difícil; nosso impacto pode ser grande o pequeno, mas os experimentos em que nós embarcamos queremos que eles tornem a vida mais bonita ou mais saudável, ou mais simples, ou mais completa, ou mais elegante, ou mais livre.

Não temos para outra coisa.
Entendemos o dinheiro como uma ferramenta que nos permite gerar, sustentar e propagar essas ideias e aqueles que as levam adiante. Sabemos que para isso precisamos ser muito bons, cperar e competir com pessoas de nós.
Somos aventureiros, mas não imprudentes.
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                                    . . . Imprudência é desespero e o desespero traz consequências negativas para um e para os outros. A coragem traz admiração de si mesmo e dos outros. Inspira
Nós somos
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para não ter medo de desagradar as pessoas certas, para poder experimentar novas ideias; em face dos p*ut#! preconceito, diante dos nossos julgamentos apressados, dianto do politicamente correto.






Princípios



  1. Simplicidade
  2. Longo prazo
  3. Verdade
  4. Experimentação
  5. Transparência
  6. Foco


1. Simplicidade

Numa época de ruído excessivo, fazemos o mínimo necessário para oferecer um produto excelente. Adicionamos a mínima quantidade de funções para oferecer ao usuário tudo o que o produto promete. Aplicamos o design em favor da beleza estética e a beleza estética em favor da função.
Evitamos sacrificar a qualidade de algo para obter mais do mesmo.
It's not about chocolate, Akimbo, Seth Godin.

2. Longo prazo

Mínimo cria produtos que não se concentram no crescimento perpétuo, mas na melhoria perpétua. Isso não significa crescer menos, significa outra maneira de fazê-lo, uma na qual esforços, audiências, lucros se acumulam ao longo do tempo, com base na excelência e eficiência na maneira de criar produtos e serviços.
Forget the pecking order at work, TED, Margaret Hefferman.

Lançamo-nos em novos projetos com o objetivo de gerar uma mudança a longo prazo. Para fazer algo de forma mais eficiente, mais bonita, mais transparente, mais simples, mais saudável e melhor. Para contribuir com algo positivo, por menor que seja a comunidade para a qual queremos contribuir.

Nunca iniciamos um novo projeto com o único objetivo de ganhar dinheiro. Não estamos interessados em esquemas de pirâmide, nem spam, nem afiliação a produtos que pensam em objetivos imediatos. Mas ao mesmo tempo sabemos que para que as idéias não permaneçam em uma expressão de vontade, precisamos financiá-las, torná-las sustentáveis, para que possam ser mantidas ao longo do tempo.

3. Verdade

Nós desenvolvemos produtos com base em necessidades reais, para influenciar positivamente as pessoas, para promover seu bem-estar. Com base no que as pessoas de sua livre escolha querem fazer e fazem. Para esses mercados mínimos, que são do nosso interesse, tentamos contribuir com algo, para torná-los mais saudáveis, mais transparentes e mais acessíveis. Não baseados em um ideal pessoal, sobre o que as pessoas devem fazer. E não fazem. Ou sobre o que as pessoas deveriam estar interessadas. E ele não estão.

Por outro lado, a verdade, que escolhemos acessar por meio de dados, não opiniões, é a única maneira de tornar nossas falhas em uma coisa útei. Através dela, podemos corrigir o curso dos projetos, analisar e reparar erros no caminho para uma meta.

4. Experimentação

Cultivamos um espírito que nos permite experimentar coisas.

Isso requer sinceridade para saber quando tomamos as decisões erradas, uma boa visão de longo prazo e um método de desenvolvimento. E para isso temos que estar dispostos a gerar polêmica. Somos estimulados por uma crítica desafiadora, se ela nos aproximar um pouco mais para uma melhor compreensão de uma necessidade.

Estamos felizes em cometer erros no caminho para descobrir novas idéias. Para nos lançarmos na aventura de riscos calculados.

5. Transparência

Em Mínimo criamos produtos com objetivos específicos de lucros e audiências, que tornamos públicos no roadmap de cada projeto. Uma vez atingidos esses objetivos, isso nos permite focar em outras facetas do desenvolvimento ("melhor" e não "mais"), em vez de otimizar exclusivamente para uma das facetas.

Para ter credibilidade a esse respeito, promovemos a transparência de nossos ganhos; e a transparência da operação de nossos produtos, bem como seus objetivos.

6. Foco

O esforço de criar produtos com objetivos de longo prazo, baseados em necessidades reais e levados adiante com transparência e uma dose de experimentação, é importante porque nos permite manter o foco em fazer muito bem um conjunto limitado de coisas, em vez de dispersar esforços e recursos em fazer muitas, de maneira medíocre.

Para conseguir isso, os projetos de Mínimo começam com uma visão, uma aspiração, que é desenvolvida através da metodologia Lean.





Influências

Seth Godin, Kevin Kelly, Robert Cialdini. Eric Ries.
Muji (無印良品), Paul Rand, Josef Müller-Brockmann, Naoto Fukasawa, Dieter Rams.
Man Ray. Julian Schulze.